Cobrança Judicial

Entenda, de uma vez por todas, como funciona o Processo de Cobrança Judicial Empresarial e, também, quando utilizá-lo!

Uma empresa precisa estar bem em diversos pilares para que continue crescendo e se desenvolvendo. É por isso que, entre as ações principais, está sempre o combate a inadimplência, afinal, quando o assunto é investir em novas tecnologias e soluções, o dinheiro é um grande aliado.

Para ter êxito e acabar com a inadimplência de uma vez por todas, a cobrança judicial empresarial pode ser a opção que você procurava: ela fará com que o fluxo de caixa volte ao normal e que o impacto no capital de giro seja o menor possível: dessa forma, a saúde financeira de sua empresa voltará com força total!

Porém, ainda existem muitas dúvidas sobre este assunto. A boa notícia é que elas vão acabar em poucos minutos. Abaixo, explicamos como funciona uma cobrança judicial empresarial, qual o seu processo e todos os outros detalhes que você precisa saber para ficar por dentro de tudo.

Cobrança Judicial

Então, vamos lá! É hora de aprender e, para isso, nada melhor do que começar pelo mais básico, certo?

Sobre o que se trata a cobrança empresarial judicial?

Uma cobrança empresarial judicial, nada mais é, do que uma cobrança “formal”. Esta, será realizada pelo intermédio do Poder Judiciário e, para colocá-la em prática, você precisa acionar um advogado.
Ela pode ser aplicada em duplicatas, contratos, cheques sem fundo e também contratos que não foram cumpridos.

Como funciona o processo?

No primeiro momento, você explicará todo o caso e, então, o advogado utilizará os instrumentos próprios para acionar o devedor e fazer com que o mesmo quite sua dívida. Essa modalidade é extremamente útil quando outros meios de cobrança foram ineficientes, pois garantirá a quitação do débito.

Todo o processo será rápido e ágil. Logo que o advogado montar a sentença, um oficial de justiça entrará em ação e realizará a famosa intimação. Neste momento, o devedor fica ciente do processo e, então, tem o prazo de três dias úteis para realizar o pagamento.

Quando o devedor diz não ter condições de quitar a dívida, o juiz entende a melhor forma de quitá-la: ou seja, não existe escapatória. Ele pode solicitar o bloqueio de contas, penhora de bens e até mesmo determinar uma parcela do salário do devedor a ser direcionada todos os meses para quitação da mesma.

Isso quer dizer que, mesmo aquela dívida antiga será quitada. Mas, como lidar com tudo isso? O processo complexo depende – e muito – da expertise de um profissional capacitado. E, nesse momento, em meio de tantos outros problemas que existem na rotina de uma empresa, o melhor é encontrar um aliado.

Aqui na AJ Oliveira Advogados, trabalhamos com uma equipe judiciária completa, preparada para todo e qualquer desafio. É por isso que, ter um bom relacionamento com os clientes e cuidar da reputação da empresa solidifica todos os processos.

Ainda está na dúvida? Deixe as dores de cabeça pra quem entende do assunto. Dessa forma, você tem tempo de sobra pra cuidar do que mais importa: sua empresa!

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